Maduro e o governo de transição: prenúncio de conflito armado?

A imagem pode conter: Wilson Hendges, céu e atividades ao ar livre
O caminhoneiro Wilson Hendges em postagem na última sexta-feira, 08 de fevereiro, fronteira Brasil/Venezuela fechada: “Neste momento na fronteira mandaram nós todos os carreteiros passarem pro lado do Brasil tá acontecendo alguma coisa pra dentro da Venezuela”. Foto: Wilson Hendges.

O presidente (?) venezuelano Nicolás Maduro tenta, a todo custo, evitar a entrada de gêneros alimentícios e remédios da ajuda internacional no território do seu país. A medida é óbvia: com a ajuda humanitária o seu governo perde poder e prestígio interno, e sucumbe à interferência externa. Maduro nega ainda que haja uma crise humanitária na república bolivariana.

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A proposta da esquerda para um governo que sequer começou é a ingovernabilidade

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Bolsonaro comemorando a vitória com o seu eleitorado, à distância, ainda com a bolsa de colostomia, sob forte aparato de segurança, após a tentativa de homicídio sofrida e a detecção de um novo atentado pelo crime organizado. Foto: divulgação internet.

Passada a eleição, confirmado o vencedor. Agora temos um presidente de todos os brasileiros e brasileiras. Todos juntos para reconstruir o Brasil. Certo? Infelizmente não. A vitória de Jair Bolsonaro (Partido Social Liberal) tem um significado especial. O primeiro deles é a derrota do PT – Partido dos Trabalhadores. Mas não o seu fim! O PT ainda garantiu a maior bancada na Câmara Federal, ao menos por enquanto. Será uma oposição encarniçada, junto a outros partidecos vermelhos, que já começaram a se articular formando a “Frente Democrática”. Apostar no quanto pior melhor é uma das mais marcantes características do PT. A amostra grátis está na diferença entre os discursos de Bolsonaro e Haddad, logo após o resultado oficial da eleição. De um lado Bolsonaro falou como presidente da nação. De outro, Haddad dividiu os eleitores entre os que votaram em Bolsonaro e os que votaram no PT, que agora, segundo Haddad, terá a tarefa de “defender” os 45 milhões de brasileiros que não votaram no presidente eleito. Destaque ainda para o discurso de ódio e intolerância do ex-candidato Guilherme Boulos (PSOL), que reforçou a divisão e já convocou esses 45 milhões de eleitores como milicianos para ocupar as ruas em manifesto de oposição a Bolsonaro – antes mesmo que este sente na cadeira presidencial.

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A Copa do Mundo não é mais como antes

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Volta olímpica do primeiro título mundial em 1958

O brasileiro já não gosta tanto de futebol como antes, ou a sociedade tem amadurecido e passado a ver este esporte apenas como mais uma opção de diversão popular? Seja qual for a resposta, tenho percebido que a Copa do Mundo de Futebol da Rússia não tem empolgado como em outros tempos, quando o ano já começava em contagem regressiva e o assunto dominante era o escrete canarinho. Alguém lembra qual o hino da Copa 2018? E da Copa 2014? Lembramos dos 90 milhões em ação… Do Dá-lhe, dá-lhe bola/ Meu canarinho vai deixar a gaiola/ Vai pra Espanha…

Teria o 7×1 da Alemanha desiludido o torcedor? Pelo fato de ser um ano eleitoral, estaríamos com a atenção mais voltada para a política do que para o futebol? Uma consulta ao oráculo nos revelou uma realidade mais complexa.

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Quarto dia da Copa do Mundo da Rússia

Por Sérgio Murilo

 

COSTA RICA 0 X 1 SÉRVIA

O sérvio Koralov foi o autor do único gol da partida

No 1º encontro das duas equipes em mundiais, os adversários do Brasil fizeram um primeiro tempo morno, com poucas oportunidades de gol, porém, com muita correria. Na segunda etapa a Sérvia, decidida a ganhar o jogo, partiu pra cima dos costarriquenhos e, aos 11 minutos, Kolarov marcou um golaço de falta, deixando a Sérvia com vantagem no placar. Após o gol, a Costa Rica esboçou reação criando duas boas oportunidades. No entanto, esbarrava na ausência de habilidade e criatividade. O jogo nos deixou a nítida impressão de que o Brasil não terá dificuldades para seguir até às oitavas.

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