Guerra Israel x Iran: A Verdade Sobre Teocracia, Democracia e Hipocrisia. Quem Ameaça a Humanidade?

O texto associado à figura: “Teocracia por teocracia, qual é a pior?” – “Não é sobre gostar do Irã, pois a teocracia dos aiatolás é repugnante. É sobre se conscientizar o quão abominável e perigosa é a teocracia judaica que comanda os rumos de EUA e Israel”.

Circula nas redes sociais uma imagem profundamente desonesta, carregada de desinformação, preconceito e uma perigosa inversão da realidade. Essa peça tenta, de forma rasteira, equiparar o Estado de Israel e os judeus ao regime teocrático dos aiatolás do Irã, sugerindo que haveria uma suposta “teocracia judaica” que controlaria os rumos dos Estados Unidos e de Israel.

Pois bem, é dever ético, jornalístico e moral desmontar essa mentira — não apenas em nome da verdade, mas em defesa da liberdade, da democracia, dos direitos humanos e da própria civilização ocidental.

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A proposta da esquerda para um governo que sequer começou é a ingovernabilidade

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Bolsonaro comemorando a vitória com o seu eleitorado, à distância, ainda com a bolsa de colostomia, sob forte aparato de segurança, após a tentativa de homicídio sofrida e a detecção de um novo atentado pelo crime organizado. Foto: divulgação internet.

Passada a eleição, confirmado o vencedor. Agora temos um presidente de todos os brasileiros e brasileiras. Todos juntos para reconstruir o Brasil. Certo? Infelizmente não. A vitória de Jair Bolsonaro (Partido Social Liberal) tem um significado especial. O primeiro deles é a derrota do PT – Partido dos Trabalhadores. Mas não o seu fim! O PT ainda garantiu a maior bancada na Câmara Federal, ao menos por enquanto. Será uma oposição encarniçada, junto a outros partidecos vermelhos, que já começaram a se articular formando a “Frente Democrática”. Apostar no quanto pior melhor é uma das mais marcantes características do PT. A amostra grátis está na diferença entre os discursos de Bolsonaro e Haddad, logo após o resultado oficial da eleição. De um lado Bolsonaro falou como presidente da nação. De outro, Haddad dividiu os eleitores entre os que votaram em Bolsonaro e os que votaram no PT, que agora, segundo Haddad, terá a tarefa de “defender” os 45 milhões de brasileiros que não votaram no presidente eleito. Destaque ainda para o discurso de ódio e intolerância do ex-candidato Guilherme Boulos (PSOL), que reforçou a divisão e já convocou esses 45 milhões de eleitores como milicianos para ocupar as ruas em manifesto de oposição a Bolsonaro – antes mesmo que este sente na cadeira presidencial.

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