Segundo os dados divulgados hoje pela Secretaria de Estado da Saúde, aqui em Roraima estamos com 1.984 casos de SARS-COV-2 confirmados, e 60 óbitos, numa taxa de letalidade de 3,024%. Considerando a população estimada em 605.761 habitantes, conforme o Tribunal de Contas da União para cálculo do PFE – Fundo de Participação dos Estados -, a taxa de mortalidade por 100 mil habitantes está em 9,90 mortos por cada 100 mil habitantes.

No Brasil estes números são: 254.220 casos confirmados; 16.792 óbitos – 6,61% de letalidade – e mortalidade de 8 pessoas para cada 100 mil habitantes. Estes dados podem ser acompanhados diariamente no Painel Corona Vírus, do Ministério da Saúde, onde há muitas outras informações e orientações.
Considerando que no mundo, hoje, foram confirmados 4.618.821 casos, para 311.847 mortes, temos uma taxa de letalidade de 6,75%. Na África, são 61.163 casos confirmados, para 1.748 óbitos – mortalidade de 2,86% – gritante subnotificação. Américas, hoje: 2.017.811 casos confirmados, para 121.609 mortes – 6,03%. E Europa: 1.890.467 confirmados, 167.173 mortos – letalidade de 8,87%. Também estes números são apresentados e discutidos na página da OPAS/Brasil.





O primeiro turno para a eleição presidencial no Brasil terminou com Jair Bolsonaro (PSL) na frente, levando 46,02% dos votos válidos, e Fernando Haddad (PT) em segundo com 29,28%. A polarização entre os dois candidatos que vão disputar o segundo turno em 28 de outubro próximo somou 75,31% dos votos válidos, enquanto os outros 11 candidatos ficaram com os 24,69% dos votos válidos restantes, considerando ainda 20,33% de abstenção, 6,14% de votos nulos e 2,65% de votos em branco. Destaque para o fato de Bolsonaro vencer em 17 estados e Haddad em 9 – oito do Nordeste e o Pará. O único estado onde nenhum dos dois primeiros colocados venceu foi o Ceará, reduto político do terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT).
No próximo dia 07 de outubro iremos às urnas na eleição presidencial mais polarizada dos últimos tempos. De um lado temos o candidato Jair Bolsonaro (PSL) e do outro o Partido dos Trabalhadores, defendido por Fernando Haddad. Todos os demais candidatos são coadjuvantes no processo eleitoral. Pra simplificar as coisas, vamos estabelecer uma disputa entre a direita e a esquerda. Candidatos de direita temos o próprio Bolsonaro, Amoêdo, Meirelles e Álvaro Dias. Esquerda: Haddad, Boulos, Daciolo, Marina e Ciro – não necessariamente nessa ordem, pois Ciro Gomes não tem qualquer identidade com ideologia de esquerda, e o seu partido, PDT, não defende o pensamento marxista, mas trabalhista. Contudo, ao lado do PT, é signatário do Foro de São Paulo. O cálculo é simples: quem não vota em Bolsonaro, não importa em qual candidato vote, vota no PT.