William Waack anuncia o sepultamento político de Lula

O jornalista William Waack comenta a segunda condenação do ex-presidente Lula neste vídeo do seu canal no YouTube – WW -, e chaga, em geral, às mesmas conclusões que chegamos em nosso artigo “Lula da Silva: uma caricatura de si mesmo“.

Lula da Silva: uma caricatura de si mesmo

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Foto: divulgação internet.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a sua segunda condenação na Operação Lava Jato: 12 anos e 11 meses de prisão pela juíza Gabriela Hardt. A pena é decorrente do processo que apurou o recebimento de propinas pelo ex mandatário, benesse configurada pelo sítio de Atibaia.

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Campanha mostra eleitorado conservador e intolerante

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O candidato Jair Bolsonaro surge como a única alternativa viável para se contrapor à esquerda pró-bolivariana

Roraima é o estado brasileiro mais isolado do país. Também o mais insignificante em termos eleitorais. O único candidato que “perde seu tempo” reportando-se a Roraima é Jair Bolsonaro. Um segundo já se reportou duas vezes: Ciro Gomes chamou os roraimenses de canalhas e, em caravana pela capital, Boa Vista, chamou um repórter, que lhe questionou sobre tal assertiva, de “filho da puta” e ainda mandou cabos eleitorais prendê-lo.

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O Brasil não é um país pacífico, regimes de exceção são a regra, e a democracia exceção. Quem quer a volta da ditadura militar?

Brasil, o segredo lusitano
Desde as caravelas de Cabral, em 1500, até a independência, em 1822, o Brasil esteve sob o regime centralizador de Portugal. Ilustração: site Resumo Escolar.

O título deste artigo resume tudo. O Brasil nunca foi um país pacífico, engana-se quem assim pensa. Quem quer a volta da ditadura militar? Engana-se quem imagina que isso vai resolver. Será apenas o retorno de uma prática constante em toda a história nacional: os militares concorrendo com o estamento burocrático. Regimes não democráticos têm sido a regra. Os períodos de democracia são exceção. E nunca se viveu um período tão longo como o atual. Em todo caso, corrupção sempre existiu, sempre houve patrimonialismo e clientelismo, herança dos nossos fundadores. Há tempos queríamos escrever algo parecido com este artigo, mas nos faltava tempo e disposição para elencar cronologicamente os fatos históricos, o que nos foi poupado por uma mensagem anônima de WhatsApp que me foi repassada pelo amigo Edson Paiva, a qual compartilhamos integralmente com o leitor ao final do post.

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A decadência eleitoral do PT. *De Lua.

Aqui pensando com meus botões sobre as represálias que a caravana do PT, em plena campanha eleitoral, recebeu do povo da Região Sul. É um marco da decadência eleitoral do partido. Melhor dizendo: de Lula da Silva.  A menos que a memória me traia, o Rio Grande do Sul foi um notório reduto petista. Olívio Dutra foi eleito prefeito de Porto Alegre em 1988, iniciando 16 anos consecutivos de administração petista – Tarso Genro o substituiria em 1992, Raul Pont em 1996. Em 2000 Tarso Genro volta à prefeitura de POA, mas renuncia em 2002 para concorrer ao governo do Estado, sendo substituído por outro petista: João Verle – e derrotado por Germano Rigotto do PMDB. Dutra se elege governador em 1998.  E agora os gaúchos capitaneiam  a rejeição do eleitorado brasileiro ao líder petista.

Além disso, essa história dos tiros em ônibus da caravana está muito mal contada. Estão surgindo controvérsias. Mas o fato é que, fora os disparos por arma de fogo – o que é lamentável e deve ser rigorosamente apurado -, a militância petista sempre utilizou o instituto da intimidação, e agora me parece acuada. Talvez a inelegibilidade de Lula por ser Ficha Suja seja uma saída honrosa, dando uma sobrevida ao mito.